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12/02/2021

Como a conectividade do home office e o ensino a distância influenciam na cibersegurança?

Durante todo esse período que estamos de home office, profissionais de áreas diversas alegam estar trabalhando mais a distância. Essa sensação de maior produtividade não é coincidência. Uma pesquisa do LinkedIn em abril de 2020 comprova esse sentimento. Dos 2 mil profissionais que foram ouvidos e estão atuando neste regime, 68% disseram que têm trabalhado pelo menos 1 hora a mais por dia e 21% chegam a trabalhar 4 horas a mais. 

 

Além do trabalho remoto, o Ensino a Distância (EaD), que já vinha sendo utilizado pelas instituições de ensino superior, começou a ser difundido na nossa educação básica para manter a continuidade das aulas neste período. O Mapa do Ensino Superior no Brasil 2020, divulgado no fim de maio pelo Semesp, já apontava um crescimento de matrículas de 16,9% nesta modalidade.

 

Seja para fazer uma videochamada ou assistir uma aula online, há um requisito básico para essas atividades serem possíveis. Se você chutou a conectividade, a resposta está correta. O nosso consumo de internet aumentou muito durante esta pandemia, impulsionado pelo fato de estarmos estudando ou trabalhando em nossas casas.

 

Boletim de cibersegurança da Kaspersky aponta crescimento de ameaças em 2020

 

Considerando que muitas pessoas estão passando mais tempo na internet e utilizando dispositivos para trabalhar e estudar em suas casas, os cibercriminosos estão direcionando o seu foco para esses equipamentos. O Boletim de Segurança da Kaspersky 2020, mostra que houve aproximadamente 360 mil novos arquivos maliciosos ao longo de 2020, aumento de 5,2% em relação a 2019.

 

Boa parte desses ataques foi motivado por trojans (para roubo de dados e espionagem) e backdoors (permite o controle remoto do dispositivo infectado). Ambas ameaças tiveram um aumento de 40,5% e 23%, respectivamente. Confira outras estatísticas do relatório:

 

  • Durante o ano, 10,18% dos computadores usuários da Internet em todo o mundo sofreram pelo menos um ataque do tipo malware.
  • Durante o período do relatório, os mineiros atacaram 1.523.148 usuários únicos.
  • O adware (programa que bombardeia os dispositivos com publicidade) está em declínio, com uma redução de 35% em relação a 2019.
  • A grande maioria dos malwares detectados (90%) ocorreu via arquivos Windows PE (formato de arquivo específico dos sistemas Windows).
  • Crescimento de 27% no número de scripts diversos enviados em campanhas de e-mails maliciosos ou encontrados em sites infectados.

 

Como a EsyWorld pode ajudá-lo a não ser mais uma vítima nesta pandemia?

 

Pode ser repetitivo o que vamos falar, mas os ataques costumam ser bem-sucedidos, porque permanecemos cometendo os mesmos erros de sempre. Segundo especialistas, saiba o que não fazer para não ser mais uma vítima:

 

  • Abrir arquivos ou anexos de fontes desconhecidas.
  • Instalar aplicativos de fontes não confiáveis.
  • Usar a mesma senha para todos os logins.
  • Não atualizar o sistema.
  • Aceitar mensagens que solicitam a desativação de sistemas de segurança para software do Office ou antivírus.

 

Neste momento que seus colaboradores e alunos estão mais conectados em casa, a EsyWorld fornece soluções eficientes para o sistema e os seus dispositivos, informando quais sites não devem ser abertos e os protegendo dos ataques cibernéticos.

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